Bronzeamento artificial e saúde da pele. – Parte II

Bronzeamento artificial e saúde da pele. – Parte II. Os auto-bronzeadores, são cremes ou loções com dihidroxiacetona, substância que provoca uma reação química na pele, escurecendo-a.

Esta reação provoca a pigmentação da camada mais externa da pele (camada córnea), dando uma cor semelhante à do bronzeamento. Os produtos não estimulam a produção da melanina, pigmento que dá a cor natural da pele, portanto, na verdade, não estão bronzeando, apenas tingindo a camada córnea.

Não causam mal algum, a não ser naqueles que tenham alergia ao produto. O inconveniente é que, em algumas pessoas, a coloração resultante não fica muito natural, por isso recomenda-se experimentar o produto em uma pequena parte da pele para ver se a cor fica boa e aí então aplicar no resto do corpo.

O produto deve ser reaplicado em intervalos que variam de 2 a 5 dias para se manter a cor, e são uma boa opção para aqueles que não dispensam uma “corzinha” no verão mas querem manter a pele saudável. Se for usar na face, preferir aqueles que indiquem ser livres de óleo (oil free), para evitar o surgimento de cravos e espinhas.

Os auto-bronzeadores não devem ser confundidos com protetores solares, a não ser que possuam a indicação de que possuem filtros solares associados ao produto e com FPS maior ou igual a 15.

Fonte – Roberto Barbosa Lima, dermatologista